Hospedagem de sites nos EUA

Hospedagem compartilhada com servidores nos EUA — para sites com público nas Américas.

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1.653 planos
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Hospedagem de sites nos EUA: preços, provedores e formas de pagamento

Na seleção: 1.653 planos de 371 provedores. Preços a partir de 0,36 € por mês; um quarto dos planos custa menos de 2,99 €, metade — menos de 6,31 €. Em NVMe — 40% dos planos, com tráfego ilimitado — 42%, com cobrança por hora — 3%.

Provedores mais baratos

  1. WHPLUSStandard Gold · 512 MB · 1 site0,36 €
  2. OneHost BDBASIC PLAN 1 · 1 GB · 1 site0,36 €
  3. Home.plHosting dla WordPressa AI Standard · 10 GB · 1 site0,36 €
  4. LinveoStarter · 512 MB · 1 site0,37 €
  5. HostFactorNewbie Web Hosting · 2 GB0,39 €

Preço por tamanho do disco

DiscoPlanosPreço a partir de
a partir de 1 GB1.5210,36 €
a partir de 5 GB1.3390,36 €
a partir de 10 GB1.1890,36 €
a partir de 20 GB9280,45 €
a partir de 50 GB5730,45 €
a partir de 100 GB3080,89 €

Formas de pagamento

  • Cartão bancário238 64%
  • Criptomoeda103 28%

Quantos provedores da seleção aceitam cada forma de pagamento.

Hospedagem nos EUA: para quem faz sentido e o que observar

Os EUA são o maior mercado de hospedagem compartilhada. A seleção reúne cerca de 1.640 planos de quase 370 provedores com servidores nos Estados Unidos. O preço mínimo fica em torno de R$ 2 por mês, e a mediana, perto de R$ 34. Um servidor americano se justifica principalmente quando o site atende visitantes das Américas do Norte e do Sul.

Quando escolher um servidor nos EUA

  • Site em inglês para o público americano: loja, serviço, blog ou site de afiliados voltado ao tráfego dos EUA e do Canadá.
  • Público na América Latina. Servidores em Miami e Dallas costumam ter latência melhor até o México e o Brasil do que os europeus, e muitas vezes saem mais baratos que planos equivalentes hospedados no Brasil.
  • Site integrado a serviços americanos: meios de pagamento, APIs e redes de anúncios com infraestrutura nos EUA.

Já se os visitantes estão principalmente na Europa, um servidor americano mais atrapalha do que ajuda: cada requisição vai ter que atravessar o Atlântico.

Latência a partir do Brasil e da Europa

De São Paulo até Miami a latência costuma ficar em torno de 100–120 ms; até a costa leste, como Nova York, Washington e Ashburn, um pouco mais; até a costa oeste, como Los Angeles, San Jose e Seattle, perto de 170–200 ms. Do oeste da Europa até a costa leste são 70–90 ms. Num site dinâmico, que carrega a página em várias requisições sequenciais, isso soma frações de segundo perceptíveis. Para um público brasileiro, prefira Miami ou a costa leste; se o público for misto entre as Américas e a Europa, a costa leste é o melhor meio-termo.

CDN para encurtar a distância

A CDN guarda em cache os arquivos estáticos (imagens, CSS, scripts) em servidores pelo mundo todo e os entrega a partir do ponto mais próximo do visitante. Com CDN, um site hospedado nos EUA pode abrir rápido também na Europa ou no Brasil, mas o HTML das páginas dinâmicas, o carrinho e a área do cliente continuam indo até o servidor americano. Por isso a CDN ajuda quando o público principal está nas Américas e uma parte menor em outras regiões, mas não substitui a escolha certa do país. Se a maioria dos visitantes é europeia, compare com a seleção hospedagem na Europa.

Particularidades do mercado americano

  • cPanel em quase todo lugar. Cerca de três quartos dos planos da seleção usam cPanel, bem mais do que na Europa. Plesk e DirectAdmin aparecem menos, e o ISPmanager só em casos isolados. Se você está acostumado com cPanel, veja também a hospedagem com cPanel em todos os países.
  • Preço promocional no primeiro período. Os grandes provedores americanos são conhecidos pela entrada barata: o plano custa poucos dólares por mês com pagamento antecipado de três anos, e na renovação o preço sobe de duas a quatro vezes. Sempre procure a linha «renews at» na página do plano.
  • «Unlimited» com ressalvas. Sites, disco e tráfego ilimitados na propaganda quase sempre são limitados pela política de uso aceitável: teto de inodes, de CPU e proibição de guardar arquivos que não sejam do site.
  • Vendas adicionais no checkout. O carrinho muitas vezes já vem com proteção de domínio, backups e ferramentas de SEO marcados. Desmarque o que não precisa antes de pagar.

Nos parâmetros, os planos americanos ficam perto da média do catálogo: disco mediano de 20 GB, NVMe em 40 % dos planos e tráfego ilimitado em 41 %.

Pagamento a partir do Brasil

Os provedores americanos aceitam principalmente cartões Visa e Mastercard e PayPal, então um cartão internacional resolve. A cobrança é em dólar, com IOF e variação cambial. Parte dos provedores aceita criptomoedas; os planos estão reunidos na seleção hospedagem com pagamento em cripto. Considere também os impostos estaduais (sales tax) que alguns provedores somam ao preço.

O que verificar num provedor americano

  • Cidade do data center. «USA» na descrição pode ser tanto Miami quanto Los Angeles, e a diferença de latência até o Brasil ou a Europa entre elas é grande. Confirme a cidade no pedido.
  • Servidor web. Muitos provedores americanos usam LiteSpeed em vez de Apache: com o plugin LiteSpeed Cache, o WordPress fica bem mais rápido com os mesmos limites.
  • Suporte. O suporte costuma ser em inglês, e nos provedores menores o atendimento «24/7» pode ser mais lento de madrugada no horário americano.
  • Preço de renovação e prazo mínimo. Calcule o custo para dois ou três anos já com a renovação; assim os planos de provedores diferentes ficam comparáveis.
  • Reembolso. Muitos provedores americanos dão 30 dias para pedir o dinheiro de volta, mas às vezes sem incluir o domínio e os serviços adicionais.

Questões legais

Os provedores nos EUA seguem a legislação americana, incluindo a DMCA: diante de uma reclamação do detentor de direitos autorais, o conteúdo pode ser removido rapidamente ou a conta suspensa. Para dados de brasileiros, a LGPD não proíbe servidores nos EUA, mas a transferência internacional precisa de base legal e salvaguardas, como cláusulas contratuais. Alguns países exigem que os dados de seus cidadãos fiquem em território nacional; para um público russo, por exemplo, o caminho é a hospedagem na Rússia.

Perguntas frequentes

Qual costa dos EUA escolher para o servidor?

Para um público brasileiro ou latino-americano, Miami ou a costa leste. Para um público em todo o país e na Europa, a costa leste: Nova York, Washington ou Ashburn. Para visitantes da costa oeste e da Ásia, Los Angeles ou San Jose.

Um site nos EUA fica muito mais lento para visitantes no Brasil?

A latência de São Paulo até Miami fica em torno de 100–120 ms, contra poucos milissegundos até um servidor no próprio país. Os arquivos estáticos podem ser acelerados com CDN, mas as páginas dinâmicas vão abrir um pouco mais devagar.

Por que a renovação é mais cara nos provedores americanos?

O preço promocional só vale no primeiro período e normalmente com pagamento antecipado de vários anos. Na renovação vale a tabela normal, que pode ser de duas a quatro vezes mais alta.

Dá para pagar uma hospedagem nos EUA a partir do Brasil?

Dá, com cartão de crédito internacional ou PayPal; leve em conta o IOF e o câmbio. Alguns provedores também aceitam criptomoedas.

Preciso de CDN para um site hospedado nos EUA?

Se parte dos visitantes está fora dos EUA, sim: a CDN acelera o carregamento de imagens, estilos e scripts. Para um público só americano, a CDN serve principalmente como proteção e para reduzir a carga do servidor.

Quanto custa hospedagem de sites nos EUA?

A partir de 0,36 € por mês. Um quarto dos planos custa menos de 2,99 €, metade — menos de 6,31 €. Ao todo, 1.653 planos de 371 provedores.

É possível pagar hospedagem de sites nos EUA com cartão bancário ou criptomoeda?

Com cartão bancário — em 238 provedores de 371 (64%), com criptomoeda — em 103 (28%). As formas de pagamento de cada plano estão na coluna «Pagamento».

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Preços e parâmetros são obtidos dos sites dos provedores; antes de pagar, confira no site — os provedores mudam os planos sem aviso.